Lendo o jornal O Globo hoje me deparei com a entrevista de Antonio Nascimento e Maurício Fonseca com Ronaldo. Uma das perguntas para o fenômeno era se ele comemoraria um possível gol em cima do Flamengo. A resposta dele foi a melhor possível. “É engraçada essa história de que eu traí o Flamengo. Eu nunca joguei no Flamengo. Não tenho história com o Flamengo. Se traí, traí meus sentimentos. Os rubro-negros não precisam ter raiva de mim só porque escolhi um caminho que não obedeceu meu sentimento. A grande pena foi a maneira como a diretoria do Flamengo se posicionou no momento em que me decidi pelo Corinthians.. Sempre demonstrei vontade de jogar no Flamengo, mas foi só. O flamengo nunca me ofereceu nada, apesar de a diretoria ter dito que tinha um projeto pronto. Mentira, nunca teve. Mas para o torcedor é difícil entender. Seu amor é pelo clube e para sempre.” Ronaldo pode não ser um gênio em sua vida, mas é tão gênio no campo quanto em entrevistas. O cara é bom! Sabe dar entrevistas como ninguém. Sim, é bem assessorado e concede entrevistas desde os 17 anos – hoje tem 32. Agora, voltando ao fio da meada. Ontem o atacante Borges do São Paulo fez um gol e não comemorou. Seria um tipo de protesto por ter ficado no banco no último jogo. Ah, desculpem o meu linguajar chulo, mas vai tomar no cú, Borges.
Quem manda no time é o técnico e ele tem todo o direito de colocar no banco quem ele quiser. E quando você entrar em campo tem a obrigação de buscar o gol e de comemorar com a torcida. Afinal de contas, você ganha um belo salário para fazer isso. Assim como Ronaldo. Ele é pago pelo Corinthians e não pelo Flamengo. Ele tem que comemorar o gol no Flamengo. É fato. Ele não tem nada com o Flamengo. Falo isso, pois já vi muitos jogadores falarem: se eu fizer gol em fulano, não vou comemorar. É engraçado essas coisas. Na hora de deixar o time na mão e ir embora para o exterior ou para o rival por salário maior, os caras não pensam em respeito, não é? Agora na hora de comemorar o gol eles tem respeito? Ah, vão plantar batata. Acham que estão enganando quem? Estou cada vez mais desiludido com futebol.
Gol. Tem que comemorar, sim!
Maio 18, 2009 · 1 Comentário
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A triste história do Imperador Adriano
Maio 7, 2009 · Deixe um comentário
Então ele estava cansado de jogar bola. Estava triste por viver em Milão e queria morar na favela (qual mesmo?) em que cresceu e aprendeu a empinar pipa. As noitadas já não eram mais as mesmas, as italianas não eram charmosas e os amigos da Inter não lhe faziam bem. Mas o que ele podia fazer? Tinha um contrato a cumprir, afinal de contas alguns anos atrás colocaram uma arma na cabeça dele e obrigaram o coitado a assinar um papel que lhe dizia mais ou menos isso: salário 50 milhões de euros por ano por 7 anos.
Ele assinou. Ah, se não fosse a arma na cabeça…tudo seria diferente. Ficou rico, conheceu a noite, virou alcoólatra, traçou todas as italianas e se perdeu. Era chamado de Imperador. Credo! Ele não gostava. E sempre pensava: “se não tivessem colocado a arma na minha cabeça, eu não assinaria o contrato”. Enfim, se encheu o saco e resolveu convocar uma coletiva. “Vou parar de jogar. Não sou mais feliz, quero morar na minha favela (qual mesmo?) e ponto final. Não jogo mais bola”. Nossa, que coragem. Bati palmas para ele. Um cara de peito. Desafiou a máfia italiana e decidiu quebrar o contrato. A máfia ficou com dó e disse: “tudo bem, não precisa pagar os 500 milhões de euros de quebra de contrato”. Ele voltou a ser feliz e por 1 mês passou a ser a celebridade mais fotografada do Brasil. Traçou todos os tipos de mulheres (as do tipo morango, caviar, melancia, banana), foi para a balada e fez festas astronômicas no Condomínio das Mansões, onde tem casa. Estava feliz, voltou a sorrir e viver em sua favela (qual mesmo?). Eis que ontem, um mês depois de sua aposentadoria, um mês depois da reportagem do Fantástico de 10 minutos, ele assinou contrato com o Flamengo e decidiu voltar ao futebol. Afinal de contas, agora ele mora na favela que gosta, mora na cidade maravilhosa, conhece todas as mulheres da quebrada e vai jogar pelo seu time de coração. E mais: vai dividir audiência com o Ronaldo fenômeno. Sim, pasmem.
O fenômeno joga em São Paulo e o Imperador no Rio de Janeiro. A Globo deve estar cagando de felicidade. Dessa vez não precisaram colocar arma na sua cabeça para ele assinar contrato com o Flamengo. Agora, eu gostaria mesmo é de saber uma coisa. Ele dorme bem? Ele está realmente feliz? Ele é um mentiroso, mau caráter. Não teve coragem nem de pedir desculpas a Inter de Milão. A Inter, por sua vez, é muito ingênua e perdeu 500 milhões de euros. Toma! A máfia italiana não é mais a mesma. Nos tempos de Don Corleone isso não aconteceria.
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Caviar, Moranguinho Panicat. Será que ele está feliz?
Abril 27, 2009 · Deixe um comentário
Imagine ganhar na Mega Sena e sair para curtir a vida sem compromisso com nada. Pois é mais ou menos essa a vida que o jogador (ou seria ex-jogador) Adriano está levando. Desde que resolveu largar a vida de boleiro, o (o que ele é agora?) ex-imperador (existe?) já foi visto com a Mulher Moranguinho, Mulher Caviar e, no último sábado, com uma Panicat (juro que queria saber onde elas arrumam esses nomes).
Enfim, acho que agora ele (ainda não descobri do que chamá-lo) está bem feliz com a vida que leva. Sem hora para acordar, sem compromissos com ninguém, podendo beber, fumar, engordar e…conhecer mulheres com nomes exóticos. 
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Curtindo a vida a doidado
Abril 24, 2009 · Deixe um comentário
O milionário Branson, patrocinador da Brawn (e dono de infinitos negócios), em Necker, sua ilha no Caribe, com a namorada Denni Parkinson. A pergunta que me vem a cabeça é: será que ele curte a vida?
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Schumacher assume erro que tirou Raikkonen do GP da Malásia
Abril 22, 2009 · Deixe um comentário
O heptacampeão Michael Schumacher, hoje consultor da Ferrari, afirmou que partiu dele a idéia de colocar pneus de chuva no carro de Kimi Raikkonen no GP da Malásia, cerca de 4 voltas antes de começar a chover de fato. “Sem dúvida fiz uma estimativa errada. É diferente você tomar decisões dentro do carro e do lado de fora”, disse.
Em entrevista a AP, Schumacher disse ainda que só vai decidir no meio do ano se continua no cargo ou pula fora. “Até agora não tivemos nenhuma conversa, acho que discutiremos isso depois de julho”. Minha aposta é que ele puxa o carro, assim como Todt e Brawn fizeram. Aliás, na minha opinião ele deveria ter caído fora há tempos. Ah, sim. Schumacher disse que confia numa recuperação da equipe de Maranello para este ano. Também, se não acreditasse…
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Entrevista com Bruno Senna
Abril 22, 2009 · 2 Comentários
“Ser piloto de F1 é para poucos. Alguns aspirantes à categoria de elite do automobilismo gastam fortunas que chegam a 30 milhões de dólares só para bater na porta de uma equipe e - na maioria das vezes - ouvir um “não” como resposta. Há ainda os que chegam lá, mas têm de conviver permanentemente sob a ameaça de uma guilhotina – caso do brasileiro Nelsinho Piquet, que, segundo a imprensa internacional, pode ser demitido nas próximas semanas da Renault devido aos maus resultados. Aos 25 anos, Bruno Senna parecia reunir as qualidades para superar o desafio: tem dinheiro, carrega o sobrenome do tio e tricampeão Ayrton Senna, mostrou competência nas categorias inferiores, aparenta saber lidar com a pr
essão e fazer marketing pessoal. Mas na hora de assinar com a escuderia Brawn, acabou preterido pelo experiente Rubinho Barrichello”. Desta forma eu abri a entrevista com Bruno Senna, publicada em VEJA.com no dia 22 de abril de 2009. Bruno, que vive em Londres, falou sobre os bastidores da decisão, que o deixou de fora da F1 em 2009, sua relação com Rubinho e da expectativa de correr em 2010. Ele também traçou uma comparação entre o seu estilo de guiar e o de Ayrton. Muito atencioso, o garoto. Ah, se todos os entrevistados fossem assim. Bem assessorado, de facil acesso, inteligente e “falador”. Leia aqui, em VEJA.com, a entrevista completa com o primeiro sobrinho.
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Subprefeito e o Salto Alto
Abril 15, 2009 · Deixe um comentário
Eis que recebo no meu e-mail um release da subprefeitura do Centro do Rio de Janeiro dizendo que o projeto Salto Alto não foi criado por causa da mulher do subprefeito Marcus Vinícius. Parei, pensei, repensei e tentei entender o porque de um release falando sobre isso. E ainda sem explicar o que era a Lei Santo Alto. Vascu
lhei a internet e achei isto: O projeto “De Salto Alto” é realizado pela Coordenadoria de Controle Urbano e pela subprefeitura do Centro. Ele fiscaliza (desde a manhã de terça –feira) calçadas sem conservação e com riscos para a população.
Entendido o que é o projeto, voltei para ler o e-mail. Segue: “O Projeto “De Salto Alto” tem repercutido bem na imprensa. No entanto, muitos têm atribuído a realização do mesmo ao fato de a esposa do Subprefeito ter quebrado o salto num buraco, durante passeio. Gostaria de deixar claro que o Projeto não foi “criado” em conseqüência deste episódio. O que aconteceu foi que este acontecimento deu nome ao Projeto, que, ressalto, já vinha sendo pensado e idealizado antes mesmo deste incidente. Em outras palavras: a situação com a esposa do Subprefeito apenas deu nome ao Projeto, não deu início à sua criação.”
Acredito, viu!!! Ah, os proprietários notificados têm até 30 dias para reformar as calçadas, ou vão ser submetidos a multa de R$ 484,27. Agora a minha pergunta: e os buracos na rua, é culpa de quem? Vai ter multa?
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Pearl Jam: Novo disco, documentário e turnê
Abril 15, 2009 · Deixe um comentário
O Perl Jam já gravou metade das músicas do próximo álbum, que deve ser lançado até o final deste ano. De acordo com Mike McCready, guitarrista da banda, o álbum (independente) será acompanhado de um documentário sobre a vida do grupo. Ah, sim, eles vão sair em turnê pela América do Sul em 2010. Se o Brasil estiver na lista, lá estarei eu. Com certeza!
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A (rainha) Hortência perdeu uma grande chance de ficar quieta na cerimônia de posse do novo presidente da CBB, realizada na terça-feira, no Rio de Janeiro. Durante sua apresentação – ela vai ficar à frente da administração do basquete feminino do Brasilis – a ex-jogadora (aliás, uma das melhores da história) resolveu meter o bedelho onde não é chamada. E soltou a seguinte frase: “Desejo sorte ao novo presidente. Sorte é trabalho, mas é preciso ter estrela. O Rubinho Barrichello, por exemplo, tem estrela, apesar de muitos dizerem que não. Ele é milionário, ganha muito dinheiro. O problema é que a estrela dele fica na bunda e se apaga quando ele senta no cockpit”, disse. Ora, ora, ora. Hortência tem números invejosos.
Foi campeã mundial em 94, por exemplo. Agora, porque ela tem que meter o Rubinho na roda? Não estou aqui para defendê-lo, mas, querendo ou não, ele faz um trabalho honesto. Ganha seu dinheiro sem jogar sujo, foi 2 vezes vice-campeão mundial (ficando apenas atrás de Schumacher – só!), pilota há mais de 10 anos na principal categoria do automobilismo, é ídolo no exterior (só no país tupiniquins que não).
Acho, sinceramente, que a “brincadeira” que ela fez com Rubinho foi a mais maldosa já recebida pelo piloto. Ganhou de longe da brincadeira do Pânico, entregando a tartaruga para o Schumacher, das brincadeiras do Casseta e Planeta. Foi uma brincadeira de graça e infeliz. E, mais uma vez me pergunto, porque as pessoas têm que falar dos outros? É tão difícil cuidar só do seu umbigo? Cada vez mais me convenço que os gênios deveriam ter vida curta. Com o tempo eles começam a só fazer merda.




