Quanta sorte! Quanto azar!
Outro dia estava conversando comigo mesmo algo mais ou menos assim: “que sorte a minha poder trabalhar de casa e com os horários que bem entendo em plena Copa do Mundo”. Hoje, uma semana depois, falei algo assim: “que azar que tenho em ver uma Copa de jogos tão feios e chatos”.
Mas o pior não é isto. O pior é que – e desta vez eu pensei, não falei – na hora que os melhores jogos vão começar, eu estarei viajando. Sim, perderemos – e coloco isto no plural, pois meu amigo craque no Bolão estará junto – os quatro primeiros jogos das oitavas de final, que vão acontecer no sábado e domingo do dia 26 e 27.
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Triste, triste e triste. Droga!!!

Triste mesmo, na verdade, é eu ficar triste com isso. Cacete, será que o homem fanático não aprende nunca? Na última semana deixei de treinar, correr, conversar e sair por nada. Engordei alguns quilos bebendo e comendo igual uma besta para torcer pelo Brasil, Uruguai, Argentina, Espanha, África do Sul e Holanda, e nada de novo. Me estressei com o Galvão (confesso que ri com ele também), com o Faustão no intervalo, as vuvuzelas, os comentaristas em cima do muro, com o Dunga, a Espanha, os comerciais iguais e as matérias idênticas.
Por ora, a Copa não me trouxe nada de novidade, dramaticidade, felicidade e outros ades que por aí possam existir. Quer saber, na boa, que se dane! Eu vou curtir a festa junina do meu sítio com meus amigos.
E torcer para acharmos um bar que passe os jogos da Copa…
Vai curtir sua festa junina porque os Argentinos já ganharam a Copa!
Vá para a festa junina e aproveita muito. Depois a gente conta o sofrimento que foram os jogos que vocês perderam… Ah, sobre o Galvão: é claro que daria para a gente assistir em outros 500 canais, mas perderia metade da graça, que é justamente rir do Galvão.